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Astrônomos descobrem sistema com 7 exoplanetas, e eles podem ter água

Sete exoplanetas foram descobertos orbitando uma estrela próxima, a cerca de 39 anos-luz de distância, de acordo com comunicado feito pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) nesta quarta-feira (22). E as condições de alguns deles podem ser favoráveis para água em estado líquido.

A estrela anã que fica no centro desse sistema estelar, como se fosse o nosso Sol, é chamada de TRAPPIST-1, e é um pouco maior que Júpiter (o planeta é cerca de 12 vezes maior que a Terra). Um dos autores da pesquisa, Michael Gilion, explica que se o nosso Sol fosse do tamanho de uma bola de basquete, a TRAPPIST-1 seria uma bola de golfe.

Estimativas iniciais sugerem que os novos planetas têm massas semelhantes à da Terra e composições rochosas. Para você ter uma ideia, os maiores exoplanetas, o primeiro (por ordem de proximidade da estrela) e o sexto, são 10% maiores que a Terra. Já os menores, o terceiro e o sétimo (o mais distante da estrela), são 25% menores que nosso planeta. A descoberta foi feita em parceria entre astrônomos de todo o mundo, usando telescópios da Nasa e do ESO.

Este é o sistema com o maior número de planetas tão grandes quanto a Terra já descoberto, bem como aquele que tem o maior número de mundos que podem ter água líquida. Antes disso, o sistema com mais exoplanetas já descoberto tinha apenas três planetas.

Fonte: Notícias Uol

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Buracos Negros – Nerdologia

Arco íris horizontal em Paris.

O fenômeno, que durou apenas alguns minutos, foi capturado pelas lentes da Nasa. Um arco-íris horizontal foi flagrado pelas lentes da Agência Espacial Americana (Nasa) na semana passada e publicado no site da agência nesta quarta-feira (27/3). O fenômeno durou apenas alguns minutos.

A explicação da Nasa para o formato inusitado do fenômeno é a posição do Sol no céu durante a criação da faixa colorida. Como o Sol estava muito alto, e o centro do arco-íris precisa ficar exatamente oposto a ele, apenas o topo do arco é visível, e o restante fica abaixo do horizonte.

Arco-íris diferenciado foi provocado pela posição inusitada do Sol (Nasa/Reprodução)

Fonte: Correio Braziliense

Deus é um arquiteto e tanto!

E ainda tem gente que se acha o rei da cocada preta! Vai catar coquinho no asfalto da Bahia!

Onde estamos – parte 2 – Diga “xiiisss”

Agora, ao se perguntar onde estamos, para onde vamos, teremos, ao menos, uma imagem para poder escolher e se localizar. Bom, uma imagem já existia, a foto do universo conhecido. Mas quem tirou a foto? Deus com uma Canon superpoderosa? Brincadeiras à parte, a foto do universo é resultado da coleta de dados que os astrônomos fizeram por anos, através das radiações de fundo, temperaturas dos locais mais distantes entre outras coisas. A imagem que se tinha era essa abaixo:

Imagem representativa do universo até então conhecido.

Concordo, essa imagem é confusa e estranha. O universo não é tão colorido assim (a não ser que você seja uma fã do RESTART). Mas isso não é uma foto propriamente dita. Para a ciência, uma foto pode ser um gráfico, uma tabela, uma equação, pois todas podem ser modelos para representar a natureza, a compreensão depende do conhecimente que temos. Enfim, mas essa representação foi uma tanto melhorada. Na tarde de ontem, no 217º  encontro da American Astrinomical Society, cientistas apresentaram a nova imagem  do universo, uma imagem com 1.000.000 de megapixels. Seriam necessários 500 mil televisores Full HD para poder ver a imagem em sua totalidade. Um vídeo foi elaborado e divulgado. Clique e veja abaixo o formato de sua casa:

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