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Documentário – 100 Maiores descobertas da História

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60 segundos de Aventura no Pensamento – O paradoxo do avô!

O gato de Schrödinger

Esse deve ser o único gato que gosto. O gato de Schrödinger é um experimento mental descrito por…SCHRÖDINGER, no qual um gato é o personagem principal. Eu não vou explicar o que é o experimento, pois o vídeo abaixo é muito bom para explicar do que se trata a situação proposta pelo físico.

Se você gosta de Física ou se tem dúvidas com relação a algumas situações esquisitas que seu professor fala em sala mas não tem muito tempo para aprofundar a discussão sobre as mesmas, fica a dica do canal Minuto da Física. É só clicar na imagem abaixo para acessar o canal.

Obs.: Não é jabá! Não estou ganhando nada com isso. É porque o trabalho é bom e merece ser divulgado mesmo! 

Heinrich Rudolf Hertz nasceu em Hamburgo, em 22 de fevereiro de 1857, filho de renomado advogado. O jovem Hertz não foi nenhum menino prodígio (ao contrário do que pensam as pessoas sobre qualquer cientista); era um jovem como muitos outros, um pouco mais sério, talvez. Durante seus estudos preliminares, em um colégio da cidade natal, seu maior interesse se voltava para as oficinas da escola, onde passava a maior parte do tempo livre. Ou seja, a escola era um lugar interessante para ele e para muitos outros, novamente, ao contrário do que é hoje em dia.

Ali trabalhava no torno, construindo e montando os mais diferentes mecanismos, sobretudo instrumentos ópticos. Esse gosto característico pela construção se manteve durante toda sua vida, mesmo quando se dedicou à intensa pesquisa física: sempre construiu os instrumentos e aparelhos de que necessitava para seu trabalho. Foi o interesse pelas construções mecânicas que, ao término do colégio, o orientou para uma faculdade de engenharia. Freqüentou-a por dois anos, mas o desejo de realizar pesquisa pura se tornou mais forte que sua inclinação para a engenharia. Passou, então, em 1878, aos estudos de física, na Universidade de Berlim.

Sua seriedade e empenho nos estudos logo foram notados por von Helmholtz, que era seu professor. E quando este propôs aos seus alunos, em 1880, um trabalho versando sobre uma questão de eletrodinâmica, de escolha individual, Hertz apresentou uma pesquisa original, intitulada “Sobre a Energia Cinética da Eletricidade”, que foi merecidamente a vencedora.

Ainda nesse ano de 1880, também ano de sua diplomação, Hertz tornou-se assistente de von Helmholtz e, durante os três anos que passou no instituto berlinense, ocupou-se com pesquisas experimentais sobre a elasticidade dos gases e sobre as descargas elétricas através destes. Em 1883, obteve a docência na Universidade de Kiel, onde começou a estudar a eletrodinâmica de Maxwell. Este havia previsto teoricamente a existência das ondas eletromagnéticas, mas o fato ainda não havia recebido confirmação experimental.

Os estudos de eletrodinâmica o fascinavam, e ele imaginava como poderia reproduzir praticamente os fenômenos tão claros na teoria. Uma de suas descobertas fundamentais foi realizada diante dos estudantes, durante uma aula demonstrativa, no outono de 1886. Nessa ocasião, Hertz encontrava-se em Karlsruhe, onde era professor da Escola Politécnica desde o ano anterior. Nesse mesmo ano casou-se com Elizabeth Doll, filha de um professor de Karlsruhe, e com ela teve duas filhas.

Comentário sobre “Da maçã ao Big Bang”, do Correio Brasiliense.

A divulgação científica tem um papel importante na difusão do conhecimento científico fora do ambiente escolar. Locais como museus, centros de ciência, exposições científicas, revistas como Galileu, Super Interessante, Scientific American e programas e canais de TV como o Discovery Channel, NatGeo, History Channel, TV Escola, e o meu preferido O Mundo de Beakman. Todos esses meios funcionam como veículos de comunicação científica e ajudam a despertar o interesse por ciência, a curiosidade, a atitude questionadora, entre outros pontos que auxiliam na educação científica do sujeito. Isso se “bem feita”.

Eu não sei definir muito bem o que seria uma divulgação “bem feita”, pois exigiria de mim um conhecimento que ainda não tenho. Mas sei dizer quando não está bem feita, como no trecho abaixo, retirado da notícia Da maçã ao Big Bang, publicada na última segunda-feira (27/06/2011), na página do Correio Brasiliense:

A maçã de Newton resultou em três importantes leis, bem conhecidas até hoje por todos os estudantes, que precisam decorá-las. Mas, apesar de se adequarem perfeitamente ao mundo vivenciado aqui da Terra, elas não explicavam tudo. Foi necessário que um despretensioso perito técnico de escritório de patentes juntasse as descobertas do matemático às do físico Max Planck, o “pai” da teoria quântica, para que se começasse a entender a ação da gravidade sobre objetos realmente massivos, como um planeta.

Entre uma tarefa burocrática e outra, Albert Einstein escrevia artigos publicados em periódicos pouco reconhecidos no meio científico. Gostava do trabalho de perito porque tinha tempo para suas divagações físicas. Foram elas que o levaram a deduzir que a luz viaja a uma velocidade intransponível e que, no espaço, não existe referencial: tudo é relativo. Quando apresentou as ideias pela primeira vez, elas nem chamaram muita atenção. Mas logo o mundo percebeu que o alemão simplesmente revolucionou o estudo do Universo.

O texto continua com mais dois parágrafos (8 linhas ao todo!). Como é que se resume 300 anos de produção científica em 18 linhas? Com todo respeito a quem escreveu, o texto não está bom! Por que não? 1º – não foi uma maçã que originou nas três leis de Newton; 2º – os alunos não precisam decorar as leis, no mínimo, eles não tem escolha devido ao modelo de ensino que estão submetidos; 3º – Falar que Einstein era despretensioso é uma demonstração de ignorância com relação à História da Ciência; 4º – Divagações Físicas???? …UTAQUEPAR… 5º – Einstein não deduziu, ele postulou, o que são coisas bem diferentes. E por aí vai…

Eu não sou um especialista (ainda!), mas já li o bastante para entender que esse tipo de material escrito é pouco válido como divulgação científica, pois pouco contribui para uma educação científica. Esse blog é uma forma de divulgação científica, e é claro que cometo erros, equívocos e etc. Mas distorções históricas sobre a ciência, fortalecimento de concepções e mitos sobre os cientistas só atrapalham o processo educativo e afastam, cada vez mais, o conhecimento científico do domínio público. Para finalizar, uma citação de Thomas Edison: “Nunca fiz nada dar certo por acidente; nem nenhuma das minhas invenções surgiu por acidente; elas vieram do meu trabalho”

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