Category Archives: Tecnologia

De lamber o prato, literalmente!

Louça comestível

Que tal comer a louça junto com a comida, em vez de passar horas lavando tudo, gastando tempo, água, sabão e poluindo os rios? É bom saber que a atual tecnologia de alimentos já permite fabricar louças comestíveis.

E a louça, além de saborosa, serve de sobremesa: Ela é feita de maçã. As primeiras vasilhas de comer foram fabricadas pela equipe da professora Nadezhda Makarova, da Universidade Politécnica de Samara, na Rússia.

Lavar louça nunca mais: Vem aí a louça comestível

Os copos de maçã não são descartáveis: eles foram feitos para serem comidos depois de usados.

Vasilhas de maçã

Já existem vários filmes comestíveis – usados em bolos, por exemplo – mas eles não são feitos apenas de materiais naturais, contendo sua doses de compostos químicos e aditivos artificiais – eles não fazem mal, mas não são totalmente absorvidos pelo corpo humano, disse Makarova.

Por isso, ela começou fabricando filmes comestíveis feitos exclusivamente a partir de ingredientes naturais, sem uso de corantes ou conservantes.

Primeiro, as frutas ou legumes selecionados são transformados em um purê, depois formam uma massa com a adição de uma farinha e secam a uma temperatura não superior a 60 graus.

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Matemática além de Einstein descarta buracos negros.

Singularidade dos buracos negros

Quando estrelas grandes colapsam, no fim de suas vidas, elas podem criar buracos negros, que estariam assim por toda parte no Universo.

Esta é a teoria mais difundida, que você lê nos livros-texto e vê nos filmes e programas de divulgação científica na TV. Acontece é que esta é uma teoria que um número cada vez maior de físicos afirma que não deve ser levada tão a sério.

Vários físicos teóricos têm questionado se as singularidades dos buracos negros realmente existem. Para isso eles têm usado equações matemáticas complexas, mas têm tido pouco sucesso até agora em convencer a maioria dos seus colegas.

Um trio da Universidade da Louisiana, nos EUA, apresentou agora novas equações matemáticas que vão além da Teoria da Relatividade Geral de Einstein, superando sua principal limitação – a singularidade central dos buracos negros.

Além da singularidade

Uma teoria chamada Teoria da Gravidade Quântica em Circuito Fechado, ou modelo LQG, do inglês Loop Quantum Gravity, foi desenvolvida na década de 1990 combinando as leis da física microscópica, ou mecânica quântica, com a gravidade, na tentativa de explicar a dinâmica do espaço e do tempo.

As novas equações publicadas agora descrevem os buracos negros dentro do arcabouço da gravidade quântica em loop e mostra que a singularidade dos buracos negros simplesmente não existe. Para isso, o trio se fundamenta na menor unidade possível de espaço.

“Na teoria de Einstein, o espaço-tempo é um tecido que pode ser dividido tão pequeno quanto queiramos. Essa é essencialmente a causa da singularidade, onde o campo gravitacional se torna infinito. Na gravidade quântica em loop, o tecido do espaço-tempo tem uma estrutura parecida com azulejos, que não pode ser dividida além do menor azulejo. Meus colegas e eu mostramos que este é o caso dentro dos buracos negros e, portanto, não há singularidade,” disse o professor Parampreet Singh.

Em vez da singularidade, a gravidade quântica em loop prevê um funil para outra ramificação do espaço-tempo – outra dimensão, ou outro universo, como queira – por onde escoa tudo o que a gigantesca gravidade do buraco negro suga. O problema é testar as teorias. Assim como ninguém conseguiu detectar diretamente um buraco negro até agora, é difícil trabalhar com as dimensões envolvidas nos cálculos.

Essas unidades de geometria parecidas com ladrilhos – chamadas ‘excitações quânticas’ -, que resolvem o problema da singularidade, são ordens de magnitude menores do que podemos detectar com a tecnologia de hoje, mas temos equações matemáticas precisas que predizem seu comportamento,” disse Abhay Ashtekar, que é um dos fundadores da teoria da gravidade quântica em circuito fechado.

Testar as teorias

A teoria de Einstein falha não apenas no centro dos buracos negros, mas também para explicar como o Universo foi criado a partir da singularidade do Big Bang.

A equipe já havia lidado com esse problema, substituindo o Big Bang por um Big Bounce (Grande Salto).

“Nós temos desenvolvido técnicas computacionais de última geração para extrair as consequências físicas dessas equações físicas usando supercomputadores, ficando cada vez mais perto de testar de forma confiável a gravidade quântica,” disse Singh.

Bibliografia:

Quantum Transfiguration of Kruskal Black Holes
Abhay Ashtekar, Javier Olmedo, Parampreet Singh
Physical Review Letters
Vol.: 121, 241301
DOI: 10.1103/PhysRevLett.121.241301

Texto publicado em Inovação Tecnológica, em 25/01

Ar-condicionado que não gasta energia pronto para o mercado

Ar-condicionado sem gasto de energia

O conceito de refrigeração passiva, em que o o calor é mandado direto para o espaço, ficou ainda melhor e muito próximo do uso real.

Engenheiros da Universidade do Colorado, nos EUA, criaram um irradiador de calor na forma de um metamaterial fino e flexível, que pode ser fabricado em larga escala com as tecnologias disponíveis.

O material funciona como uma espécie de sistema de ar condicionado, resfriando objetos, casas e outras estruturas de forma contínua, dia e noite, com consumo zero de energia ou água.

Quando aplicado sobre uma superfície, o filme de metamaterial esfria o objeto embaixo refletindo a energia solar incidente de volta para o espaço, ao mesmo tempo em que permite que o objeto libere seu próprio calor na forma de radiação térmica infravermelha.

Ar-condicionado que não gasta energia pronto para o mercado

O material tem a forma de uma folha flexível, que se amolda a superfícies curvas, como o telhado de uma casa. [Imagem: CU Boulder]

Resfriamento radiativo passivo

O metamaterial é um híbrido de polímero e vidro com apenas 50 micrômetros de espessura – pouco mais do que uma folha de papel alumínio usada na cozinha – e pode ser fabricado a custo baixo em rolos, o que o torna uma tecnologia viável em grande escala tanto para aplicações residenciais quanto comerciais.

O material tira proveito do resfriamento radiativo passivo, o processo pelo qual os objetos perdem calor naturalmente na forma de radiação infravermelha, sem consumir energia. A radiação térmica proporciona algum resfriamento noturno natural e é usada para o resfriamento residencial em algumas áreas. Contudo, o resfriamento durante o dia, sob luz solar direta, vinha sendo historicamente um desafio a vencer – para uma estrutura exposta à luz solar, mesmo uma pequena quantidade de energia solar diretamente absorvida é suficiente para anular a radiação passiva.

Yao Zhai e seus colegas venceram o desafio sintetizando um material de dupla ação: ele reflete quaisquer raios solares incidentes de volta para o espaço, ao mesmo tempo fornecendo um meio de escape para a radiação infravermelha. Para isso, sobre um substrato de polímero foram depositadas microesferas de vidro que dispersam a luz visível e irradiam luz infravermelha. Em seguida, uma película de prata garante a máxima reflectância espectral.

“Tanto a formação do metamaterial de polímero e vidro, quanto o revestimento de prata, são fabricados em escala industrial em processos de rolo a rolo,” disse Ronggui Yang, membro da equipe.

Primeiro satélite brasileiro de comunicações será lançado em março…Dá-lhe Brasil!!!

Satélite SGDC

Resultado de imagem para satélite SGDCO lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC) do Brasil, o primeiro satélite de comunicações totalmente controlado pelo Brasil deverá ser lançado no próximo dia 21 de março.

O satélite tem como objetivo reforçar a segurança e a independência na comunicação estratégica dos segmentos de defesa do país e ampliar o acesso à internet de banda larga, principalmente em lugares remotos em território nacional.

Atualmente, tanto o tráfego civil quanto o de defesa ocorre por meio de satélites estrangeiros. O satélite foi construído pela empresa francesa Thales Alenia Space, em um programa cujos custos chegam a R$ 2 bilhões.

O satélite SGDC já está na Guiana Francesa, de onde será lançado a bordo de um foguete Ariane. Quando for ao espaço, ele deverá ficar estacionado em uma órbita a 36 mil quilômetros de distância da superfície, o que garante que ele estará sempre sobre a mesma posição em relação ao solo.

Fonte: Inovação Tecnológica.

dinossauro

 

NASA apresenta foguete que levará astronautas a Marte

NASA apresenta foguete que levará astronautas a Marte

Foguete classe exploração

A NASA apresentou o desenho final de um novo foguete de grande porte projetado para levar os seres humanos em missões além da órbita da Terra – para explorar asteroides e, eventualmente, rumo a Marte. O Sistema de Lançamento Espacial (SLS) é o que a NASA chama de um “foguete classe exploração”.

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